A anunciada vontade do governo PS e várias autarquias do distrito de “municipalizar” a STCP representaria, a consumar-se, uma antecâmara da privatização que foi tentada mas que a luta dos trabalhadores, dos utentes e das populações derrotou.Na verdade, as autarquias que se dizem disponíveis para assumir a gestão da STCP, para além de estarem na maioria dos casos profundamente endividadas, optaram por privatizar praticamente tudo o que podiam ao longo dos últimos anos.


No preâmbulo deste
O PCP, depois de reunir com a comissão de trabalhadores da EMEF, ProMetro e o sindicato nacional dos trabalhadores do setor ferroviário, alerta para os graves problemas que se verificam na manutenção ferroviária nomeadamente das composições da Metro do Porto.
Os mais recentes desenvolvimentos em torno da TAP, designadamente os que se referem à anunciada decisão de cancelamento de ligações entre o Porto e outras cidades europeias, são apenas mais um grave exemplo das consequências da decisão de privatizar a TAP que o governo PSD/CDS tomou de forma ilegal.


