Nascido em Estremoz, em 1935, depois de ter frequentado a Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa, ingressou na Escola Superior de Belas Artes do Porto, de que viria a ser professor. Formou-se com a mais elevada classificação, 20 valores, e por isso integrou, com Ângelo de Sousa, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, o Grupo Os Quatro Vintes, que, nas décadas de 60 e 70, realizou marcantes exposições em Lisboa, Porto e Paris.
Pintor, escultor, distinguiu-se também nas artes gráficas, tendo criado na Faculdade de Belas Artes do Porto o Curso Superior de Design de Comunicação, e participado activamente no campo editorial, designadamente com a Inova, a Limiar e a Oiro do Dia, em estreita colaboração com o editor José da Cruz Santos.


(por Rogério Reis)
No âmbito do cumprimento das 16 medidas que os candidatos da CDU do Distrito do Porto se comprometeram a apresentar na Assembleia da República no primeiros 100 dias de mandato,
O anúncio da Fundação de Serralves de que “os residentes em Portugal terão entrada gratuita durante todo o dia nos primeiros domingos de cada mês, alargando a gratuitidade anterior, que só acontecia durante a manhã” não é um favor e não deixa de ser uma afronta. Apesar de reconhecer a insuficiência anterior e por muito que a Fundação procure listar o que “oferece”, esta mantém a indignidade de limitar o acesso gratuito a 9 horas por mês, quando é o Estado que garante a maioria do seu financiamento - ascendeu a 6,9 milhões de euros em 2025 - e que continua a ficar de fora da sua gestão.


