Os trabalhadores da STCP cumprem hoje uma greve em defesa do serviço público, por salários dignos e contra a discriminação. Uma delegação do PCP esteve presente junto do piquete de greve reafirmando a solidariedade com a luta pela justa valorização de todos os trabalhadores.
A Direcção da Organização Regional do Porto do PCP reuniu hoje com a direcção sindical da delegação do Grande Porto do SINTTAV para avaliar a situação dos trabalhadores das telecomunicações e dos centros de contacto. A reunião permitiu confirmar a prática generalizada de baixos salários, substituição de trabalhadores efectivos por trabalhadores com vínculos precários, o recurso a empresas de trabalho temporário e externalização de serviços (outsourcing) acompanhado pela redução de direitos, não valorização de carreiras e intensificação dos ritmos de trabalho. O PCP lembrou as várias propostas que tem apresentado para a valorização dos salários e defesa dos direitos dos trabalhadores, algumas especificamente para trabalhadores das telecomunicações e centros de contacto, e sublinhou a necessidade, possibilidade e urgência do aumento dos salários em pelo menos 150 euros e a fixação do Salário Mínimo Nacional em 1000€, mas também o direito de todos os trabalhadores à Contratação Colectiva com a justa reivindicação da valorização das carreiras destes trabalhadores, assim como de garantir que a cada posto de trabalho permanente corresponda um trabalhador com vínculo de trabalho efectivo, contribuindo para o combate à precariedade.
Enfermeiros de todo o país estiveram hoje em greve, reivindicando a justa valorização das carreiras e dos salários e melhores condições de trabalho, com respeito às 35h semanais, ao reconhecimento da penosidade da profissão e à não banalização do recurso a trabalho extraordinário. Uma delegação da Direcção Regional do Porto do PCP esteve presente na acção que teve lugar ao final da manhã, em frente ao Hospital S. João, expressando solidariedade e realçando que a exigência de soluções para os problemas destes trabalhadores, como o acesso aos cuidados de saúde, que apenas o SNS pode proporcionar, deve ser mantida para garantir respostas efectivas. Conhece aqui a declação do Comité Central do PCP «A política do Governo favorece o sector privado e enfraquece o SNS e o direito à saúde»
Uma delegação da DORP do PCP esteve presente na concentração promovida pela FNAM, em frente ao Hospital de S. João no Porto, prestando solidariedade para com a justa luta dos profissionais de saúde, em particular com os médicos e pela defesa do Serviço Nacional de Saúde.