No passado dia 19, decorreu na cooperativa Árvore, a apresentação do livro LEMBRO-ME, de João Pedro Mésseder (nome literário de José António Gomes), com projeto gráfico de Ana Biscaia. O livro com a chancela da editora Lápis de Memórias, foi apresentado por Pedro Carvalho, Vereador e candidato da CDU à Câmara Municipal do Porto.
Pedro Carvalho adiantou José António Gomes como número dois da CDU à Câmara Municipal, referindo que será uma mais valia poder contar com o contributo deste Escritor e Professor do Ensino Superior na equipa da CDU.
José António Gomes na sua intervenção expôs alguns grandes eixos da política cultural que a CDU defende para o Porto: a restauração de um Pelouro da Cultura e da Educação, a devolução à cidade de equipamentos municipais como o Teatro Rivoli e a dinamização de uma rede descentralizada de bibliotecas.
No passado dia 19, decorreu na cooperativa Árvore, a apresentação do livro LEMBRO-ME, de João Pedro Mésseder (nome literário de José António Gomes), com projeto gráfico de Ana Biscaia. O livro com a chancela da editora Lápis de Memórias, foi apresentado por Pedro Carvalho, Vereador e candidato da CDU à Câmara Municipal do Porto. Pedro Carvalho adiantou José António Gomes como número dois da CDU à Câmara Municipal, referindo que será uma mais valia poder contar com o contributo deste Escritor e Professor do Ensino Superior na equipa da CDU. José António Gomes na sua intervenção expôs alguns grandes eixos da política cultural que a CDU defende para o Porto: a restauração de um Pelouro da Cultura e da Educação, a devolução à cidade de equipamentos municipais como o Teatro Rivoli e a dinamização de uma rede descentralizada de bibliotecas.
A PROSEGUR, empresa da área da vigilância, anunciou a intenção de nos próximos dias de proceder a um despedimento colectivo de cerca de 60 trabalhadores.
Este despedimento, a juntar aos milhares que têm produzido o desemprego de 1,5 milhões de portugueses, é a consequência mais geral das políticas conduzidas pelos sucessivos governos. Estas politicas brutalmente agravadas pelo “memorando de entendimento”, um autêntico pacto de agressão, subscrito pelos partidos da troika nacional (PS, PSD e CDS) e pela troika internacional (FMI, BCE e UE), tem constituído um pretexto para a condução de um brutal ataque aos direitos e remunerações de todos os trabalhadores.
No entanto, esta decisão é da responsabilidade da PROSEGUR que tem declarado milhões de euros de lucros anuais e que, com a cobertura das injustas decisões do governo PSD/CDS, reduziu para metade o pagamento das horas extraordinárias, reduziu o trabalho suplementar, folgas e feriados e retirou os respectivos dias compensatórios, quando não era obrigada a fazê-lo.
No sentido de aumentar os lucros à custa duma maior intensificação dos ritmos de trabalho e do agravamento das condições de trabalho, a PROSEGUR, e o patronato em geral, sentem as “costas quentes”, com os seus interesses protegidos pelo governo dos seus interesses, tratando injustamente os trabalhadores como responsáveis pela crise que vivemos.
Mas não são. Hoje os trabalhadores trabalham mais e recebem menos e vêm agravadas as suas condições de vida, enquanto as grandes fortunas aumentam cada vez mais.
Neste quadro, o anunciado despedimento colectivo de cerca de 60 trabalhadores da PROSEGUR vai traduzir-se em mais dificuldades e empobrecimento para dezenas de trabalhadores e suas famílias.
O PCP denúncia esta decisão, condena este despedimento colectivo e manifesta a sua solidariedade para com os trabalhadores atingidos, que devem manter-se unidos e informados no decorrer de todo o processo.
O PCP apela a todos os trabalhadores para que resistam e lutem, participando na Greve Geral do próximo dia 27 de Junho e na concentração que nesse dia se realiza na Av. dos Aliados no Porto, pelas 15 h30m.
Esta situação não constitui uma fatalidade. Com a luta é possível abrir caminho a outro governo e outra política.
Porto, 19 de Junho de 2012
A Direcção da Organização da Cidade do Porto do PCP
A PROSEGUR, empresa da área da vigilância, anunciou a intenção de nos próximos dias de proceder a um despedimento colectivo de cerca de 60 trabalhadores. Este despedimento, a juntar aos milhares que têm produzido o desemprego de 1,5 milhões de portugueses, é a consequência mais geral das políticas conduzidas pelos sucessivos governos. Estas politicas brutalmente agravadas pelo “memorando de entendimento”, um autêntico pacto de agressão, subscrito pelos partidos da troika nacional (PS, PSD e CDS) e pela troika internacional (FMI, BCE e UE), tem constituído um pretexto para a condução de um brutal ataque aos direitos e remunerações de todos os trabalhadores.
Uma delegação da CDU, acompanhada por Pedro Carvalho – Vereador e candidato a Presidente da Câmara do Porto – visitou hoje a zona da Ribeira-Barredo na freguesia de S. Nicolau.
A Visita teve a intenção de fazer um balanço de dois mandatos de coligação PSD/CDS para esta Zona. O resultado é visível, abandono total das intervenções camarárias e da SRU.
A Zona da Ribeira-Barredo, com intervenções arquitectónicas exemplares da altura do CRUARB, que também valeram ao Porto a distinção de Património da Humanidade, foi completamente ignorada nesta década, estando inclusive muitas das habitações reabilitadas nessa altura hoje fechadas sem qualquer tipo de ocupação. Esta zona espelha que, de Vivo, o Porto tem pouco e que além de um nome desajustado a SRU tem um conceito que deu provas suficientes de não funcionar.
Só um senhorio muito abastado pode realmente deixar o seu património pronto a habitar abandonado, fazendo com que a deterioração dos edifícios seja mais acelerada e os custos ainda mais avultados. Infelizmente, neste caso o senhorio somos todos nós e são bastantes os portuenses a necessitar de habitação.
Os próprios habitantes destas freguesias viram-se nestes anos negados da possibilidade de conseguir manter os filhos por perto, que foram rumando a outros concelhos para encontrar uma oferta habitacional a preços comportáveis. Alguns destes habitantes tinham sido alojados provisoriamente no Aleixo durante a reabilitação desta zona e alguns voltaram, mas foram muitos outros que ficaram por lá sem expectativas de retorno. Hoje no processo de demolição do Aleixo, voltam ao jogo de empurra, que para esta câmara significa atirar com os habitantes do Porto para as periferias e concelhos limítrofes.
Pela voz dos habitantes do Barredo foram apontadas um número de 60 casas em condições de habitabilidade que, ainda assim, se encontram abandonadas, tendo sido relatado um caso de uma idosa inquilina num prédio de habitação camarária que, em graves condições de mobilidade vive no 3º andar, e pediu à câmara uma transferência para o 1º que se encontra desocupado. Pedido este que lhe foi negado sem qualquer explicação razoável e, em contrapartida, foi-lhe apresentada uma alternativa longe do local onde sempre morou,
A CDU tem vindo a acentuar a sua prioridade no combate destas injustiças, reclamando um Centro Histórico do Porto inclusivo, com identidade, no qual é necessário promover um mercado social de arrendamento que permita a inclusão de novos habitantes em comunhão com as comunidades existentes. Um exemplo apontado pela CDU seria a distribuição pontual de habitações, pela malha do centro histórico, destinadas a estudantes universitários e que estivessem integradas com as populações locais, atraindo desta forma jovens para o centro histórico.
Complementarmente, será também necessário dinamizar a actividade comercial e turística, promovendo eventos como, por exemplo, uma feira medieval e um Festival do Vinho do Douro e Porto, explorando-se parcerias com o município de Vila Nova de Gaia. O incentivo à fixação de oficinas e pequenas indústrias de antigos ofícios, tão necessários à genuína reabilitação destes edifícios, e o apoio e divulgação do comércio tradicional seriam outros exemplos impulsionadores ao desenvolvimento económico desta área e apelativas à manutenção de uma genuína marca PORTO, selo distintivo para a qualidade turística da região.
Porto, 16 de Junho de 2013
O Gabinete de Imprensa da CDU – Coligação Democrática Unitária / Cidade do Porto
Uma delegação da CDU, acompanhada por Pedro Carvalho – Vereador e candidato a Presidente da Câmara do Porto – visitou hoje a zona da Ribeira-Barredo na freguesia de S. Nicolau. A Visita teve a intenção de fazer um balanço de dois mandatos de coligação PSD/CDS para esta Zona. O resultado é visível, abandono total das intervenções camarárias e da SRU. A Zona da Ribeira-Barredo, com intervenções arquitectónicas exemplares da altura do CRUARB, que também valeram ao Porto a distinção de Património da Humanidade, foi completamente ignorada nesta década, estando inclusive muitas das habitações reabilitadas nessa altura hoje fechadas sem qualquer tipo de ocupação.
A candidatura da CDU foi recebida na Reitoria da Universidade do Porto na manhã de 13 de Junho, para uma reunião com o Reitor Prof. Dr. José Carlos Diogo Marques dos Santos. A delegação da CDU, constituída por Pedro Carvalho, Vereador e candidato à Câmara do Porto e pelo escritor e professor do ensino superior, José António Gomes, apresentou o projecto de desenvolvimento da CDU para o Porto no âmbito estratégico de uma parceria entre a Câmara Municipal do Porto e a Universidade, focalizando sinergias que favoreçam as duas Instituições. O Dr. Pedro Carvalho deu como exemplo três propostas neste sentido: um programa de bolsas de investigação apoiado pela CMP, tendo em vista a parceria em projectos com interesses para o desenvolvimento da cidade; a elaboração de um programa de estágios curriculares em serviços municipais por alunos da Universidade do Porto, integrados num restrito âmbito de colaboração entre as duas entidades em algumas áreas específicas; e uma parceria na gestão do património edificado da câmara que pudesse em pequenos núcleos e dispersos na cidade dispor de residências para estudantes universitários, permitindo uma maior integração dos mesmos na cidade e nas suas populações, ao mesmo tempo que se contrariava a desertificação da malha central da cidade.
Foram também manifestadas preocupações por parte da CDU, no que toca à redução significativa do Orçamento de Estado no Ensino Superior, que dificulta a manutenção da qualidade de ensino das nossas Universidades. Também a crescente dificuldade económica dos portugueses, o desemprego ascendente, os aumentos de impostos e diminuição da acção social, torna hoje mais difícil o acesso ao Ensino Superior provocando uma regressão acentuada na frequência de Cursos Universitários. Assiste-se ao mesmo tempo a um discurso generalizado que insiste na sua transformação em ensino profissionalizante e por sua vez elitista, que coloca em risco a formação sólida de base dos estudantes universitários e o democrático acesso ao Ensino Superior.
A candidatura da CDU foi recebida na Reitoria da Universidade do Porto na manhã de 13 de Junho, para uma reunião com o Reitor Prof. Dr. José Carlos Diogo Marques dos Santos. A delegação da CDU, constituída por Pedro Carvalho, Vereador e candidato à Câmara do Porto e pelo escritor e professor do ensino superior, José António Gomes, apresentou o projecto de desenvolvimento da CDU para o Porto no âmbito estratégico de uma parceria entre a Câmara Municipal do Porto e a Universidade, focalizando sinergias que favoreçam as duas Instituições.